Turismo

Ministro Carlos Santos: A ilha de São Vicente vai ter no turismo um sector motor para a sua economia

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O Ministro do Turismo e Transportes mostrou-se satisfeito com o que viu e ouviu sobre os resultados dos investimentos realizados pelos empresários cabo-verdianos nas três unidades hoteleiras que, hoje, visitou na ilha de São Vicente. Carlos Santos, constatou uma forte dinâmica de crescimento e desenvolvimento com os vários investimentos feitos e ainda em curso na ilha e afirmou que São Vicente vai ter no turismo um sector motor para a sua economia.

Em declarações à imprensa, após visitar os hotéis Cruzeiro, Maria do Carmo e Ouril, todos situados nas imediações da Avenida Marginal, no Mindelo, Carlos Santos, que se encontra na ilha de Monte Cara para cumprir um intenso programa de visitas de dois dias, assegurou que a ilha de Monte Cara, aliada ao seu porto e ao turismo de cruzeiro, se tudo for bem coordenado e trabalhado, tem condições para uma boa evolução do setor na ilha.

“Temos um potencial, temos de saber lapidar bem esta pedrinha que aqui temos para conseguirmos dar um passo maior”, sublinhou o titular das pastas do Turismo e dos Transportes, tendo reconhecido que a ilha de São Vicente, neste domínio, encontra-se numa boa dinâmica.

Trata-se, segundo Carlos Santos, de um sinal demonstrativo de que a classe empresarial está a confiar na economia, apesar da crise pandémica, cabendo ao Governo criar as condições para que as coisas aconteçam de facto.

Os três hotéis, de empresários cabo-verdianos, contam ter as unidades em funcionamento até ao final do ano/inícios de 2023, se tudo correr conforme prevista nos projetos.

No conjunto, a ilha de São Vicente passará a dispor de mais de 250 quartos, repartidos pelos hotéis Ouril (130), Cruzeiro (66) e Maria do Carmo (63), pelo que cabe ao Governo criar condições para a criação de uma outra oferta turística muito assente naquilo em que São Vicente tem de melhor;  ou seja, um potencial grande, nomeadamente na cultura, no turismo urbano, mas também nos nómadas digitais.

Em relação aos transportes aéreos, para a ocupação dos hotéis em São Vicente, Carlos Santos foi perentório ao reiterar que, a olhos vistos, já estão resolvidos alguns problemas, como o dos transportes domésticos, e vai se dando passos certos na resolução do problema da TACV, numa altura em que o Governo está a procurar alternativas de conectividade como as low-cost ou os charters, que são objetivos, que se pretendem para diversificar a procura.

Neste quesito, afirmou que, os transportes aéreos terão um papel fundamental, caso as condições forem criadas tal. “Os TACV não ficarão de fora, até porque o Governo definiu duas bitolas para a retoma da companhia, ou seja, olhar para o mercado da diáspora e para o mercado turístico, e temos informações de que a empresa caminha nos contactos nesse sentido, já olhando para a temporada de Inverno”, reafirmou.

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